Ação da atividade física nos ossos
Dr. Abner Carlos Areno

À medida que a idade avança, os ossos vão se tornando cada vez mais duros e quebradiços porque há uma maior proporção de minerais e uma menor atividade das células que produzem osso (osteócitos).

Este fato, provavelmente, não está diretamente ligado ao envelhecimento em si, mas como um resultado da falta de exercício que afeta o processo de remodelação.

O aumento da idade e a inatividade faz com que a proporção (não a quantidade) de cálcio embebido na matriz óssea (substância composta por tecido colágeno e proteína) gradualmente aumente, deslocando (diminuindo) a água.

Isso conduz à fragilidade óssea e conseqüente possível fratura a partir de stresses relativamente moderados. No entanto, a perda de massa óssea, dentro de certos limites, é perfeitamente normal (fisiológica).

Quando esta perda atinge um nível bastante alto, estaremos frente ao que se denomina osteoporose, havendo nesse caso uma tendência anormal para o osso sofrer uma fratura (em ossos com quantidade maior de um tipo de tecido ósseo denominado esponjoso ou trabecular) – parte proximal do fêmur (quadril), parte distal do rádio (punho) e nas vértebras (coluna).

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