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lábio: em anatomia: no homem e nos vertebrados em geral, cada uma das duas partes carnudas e móveis que constituem externamente o contorno da boca; dobra cutânea múltipla situada no vestíbulo da vulva da mulher e das fêmeas dos mamíferos em geral.

labirinto:
em anatomia: o sistema de canais e cavidades que se comunicam entre si e formam a orelha interna.

laminina:
família de grandes glicoproteínas adesivas (600 a 800 kDa) da matriz intersticial, encontradas nas membranas basais. Como as fibronectinas, possuem domínios para fixar diferentes tipos de moléculas, além do que são multifuncionais, desempenhando papel importante no crescimento, diferenciação, espalhamento, adesão e migração, graças a sua capacidade de interagir com as células através dos receptores celulares.

laser:
iniciais das palavras inglesas light amplification by stimulated emission of radiation. Fonte de luz monocromática, muito intensa, coerente e colimada, na qual a emissão de radiação se faz pelo estímulo de um campo externo, com aplicações variadas e crescentes na indústria, na engenharia e na medicina.

laserterapia: processo terapêutico baseado em aplicações de radiação laser.

lateral: no corpo, significa mais afastado do plano mediano.

lei de Starling: em fisiologia: constatação de que há uma relação direta entre o volume diastólico (pré-carga), ou seja, o comprimento das fibras cardíacas, e a quantidade de sangue ejetada pelo coração na sístole seguinte; em outras palavras: a força de contração sistólica do coração é diretamente proporcional à sua expansão diastólica, razão pela qual, em condições fisiológicas normais, a bomba cardíaca remete p/ a rede arterial a totalidade do sangue que lhe chega aos átrios pelo retorno venoso.

lei de Wolff: quando stresses são aplicados a um osso, as trabéculas ósseas se desenvolvem e se alinham para se adaptar a essas linhas de stress.

lente: em anatomia: parte lenticular (biconvexa) e transparente do olho, entre o corpo vítreo e a câmara anterior, atuando como um dos componentes do mecanismo de refração (anteriormente denominada cristalino).

lépton: em física de partículas elementares - qualquer das partículas elementares que participam das interações fracas e eletromagnéticas e que consistem em elétron, múon e tau, bem como nos três tipos de neutrinos associados e nas antipartículas correspondentes (todos os léptons são férmions e não são formados por quarks).

lesão da cauda eqüina: sintomatologia semelhante à lesão do cone medular (v.).

lesão do cone medular: ocasiona a chamada “anestesia em sela” acompanhada de distúrbios 754esfincterianos e genitais. As causas mais comuns são tumores intra e extra medulares, hérnia de disco, aracnoidites ou traumas.

letargia:
em psicopatologia: estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir; por extensão de sentido: incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.

leucócito: célula nucleada e incolor, encontrada no sangue e na linfa, que participa nos processos de defesa imunitária do organismo; glóbulo branco (Inclui os linfócitos, monócitos, neutrófilos, eosinófilos e basófilos).

leucotrieno: em bioquímica: qualquer um dos metabólitos de ácidos graxos poliinsaturados, especialmente o araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.

libidinal: relativo a libido.

libido: procura instintiva do prazer sexual; desejo. Em psicanálise: energia que está na base das transformações da pulsão sexual; energia vital, de acordo com as teorias de Freud; energia psíquica (segundo as teorias de C.G. Jung, apetite).

ligamento: faixa ou lâmina de tecido conjuntivo fibroso, em geral de cor branca, que une dois ou mais ossos, cartilagens ou outras estruturas anatômicas; também serve de apoio para fáscias ou músculos.

ligamento articular: aquele que mantém em contato duas superfícies articulares, seja no interior de uma articulação, seja no exterior dela. Pode ser tanto um simples espessamento da cápsula articular, como uma faixa fibrosa densa.

linfa: líquido transparente, amarelado ou incolor, de reação alcalina, que contém em suspensão glóbulos brancos, especialmente do tipo T, composto de proteínas e lipídeos e com freqüência contém glóbulos de gordura, e circula no organismo em vasos próprios, chamados vasos linfáticos.

linfático: relativo a linfa (sistema linfático, infecção linfática); que contém ou que conduz linfa.

linfócito: leucócito mononuclear, formado especialmente no tecido linfóide, de núcleo geralmente redondo ou ligeiramente denteado.

linfóide: relativo a ou que constitui o tecido característico dos nodos linfáticos; relativo ou semelhante à linfa.

linhas medianas anterior e posterior:
é onde o plano mediano intercepta a superfície ventral e dorsal do corpo, respectivamente.

lipídico: relativo a lipídio.

lipídio: molécula orgânica, insolúvel em água e solúvel em solventes orgânicos, cuja função principal é o armazenamento de energia; lípide, lipídeo, lípido.

lipoproteínas: em bioquímica: qualquer uma das diversas moléculas conjugadas, compostas de proteína e lipídio. São encontradas nos líquidos circulantes, que transportam colesterol e outros lipídios a alvos específicos.

lipossolúvel: diz-se do que é solúvel em gordura(s) e óleo(s).

líquen: em botânica - espécime dos líquens; em dermatologia - designação genérica que incluía várias patologias dermatológicas que apresentavam semelhanças ao exame clínico; em botânica - divisão do reino vegetal que reúne organismos formados pela associação simbiótica entre um fungo, freqüentemente ascomiceto, e uma alga verde ou azul, de talo predominantemente constituído pelo fungo, com as células algais dispostas em uma camada interna ou dispersas no tecido fúngico (vivem geralmente sobre o solo, rochas e cascas de árvores e arbustos, em uma grande variedade de clima; certas espécies muito sensíveis à poluição atmosférica são usadas como um indicador de poluição e algumas espécies têm uso comercial, na extração de corantes e de antibióticos; a classe foi estabelecida antes dos líquens serem considerados fungos especializados, mas, como sua classificação ainda é incerta, é mantida dentro da botânica por conveniência).

líquido extracelular: cerca de 60% do corpo humano adulto são líquido. Embora a maior parte desse líquido esteja no interior das células e seja chamado de líquido intracelular, cerca de 1/3 fica no espaço exterior entre as células e é chamado de líquido extracelular. Esse líquido está em movimentação constante por todo o corpo e é transportado, rapidamente, no sangue circulante e, em seguida, misturado entre o sangue e os líquidos teciduais, por difusão através das paredes dos capilares. Nesse líquido estão os íons e os nutrientes, dos quais as células necessitam para a manutenção da vida celular. Por conseguinte, todas as células vivem em ambiente essencialmente constante, razão pela qual o líquido extracelular de meio interno ou ambiente interno. As células são capazes de viver, crescer e realizar suas funções específicas, enquanto as concentrações adequadas de oxigênio, glicose, diferentes íons, aminoácidos, substâncias gordurosas e outros constituintes estiverem disponíveis nesse meio interno.

líquido intracelular: líquido presente no interior das células. Difere significativamente do líquido extracelular e de modo particular, contém grande quantidade de íons potássio, magnésio e fosfato, em vez de íons sódio e cloreto, encontrados no líquido extracelular (diferenças mantidas por mecanismos especiais de transporte de íons através da membrana celular).

líquido sinovial: líquido segregado pelas células de revestimento das membranas sinoviais (v. membrana sinovial e fibroblasto) que revestem internamente as cápsulas articulares (v. cápsula articular) das articulações do tipo diartrose. Ele é viscoso, de cor amarelo-citrina e pH 7,4, tendo por função lubrificar as superfícies articulares e nutrir as cartilagens aí existentes. Contém 95% de água, albumina, globulina e outros elementos do plasma, mais ácido hialurônico, mas nenhum fibrinogênio e muito poucas células.

lisérgico:
em química: diz-se de ou ácido (C16H16N2O2) que possui ação alucinógena, especialmente usado na síntese da ergonovina.
lisossomo: organela citoplasmática, em forma de vesícula, que contém as enzimas hidrolíticas que atuam na digestão intracelular; lisossoma.

litíase: doença que consiste na formação de pedras, também ditas cálculos, nos canais excretores das glândulas (vias biliares, urinárias, salivares etc.); calculose.

lobos: cada uma das grandes regiões em que se dividem alguns órgãos, como o pulmão (lobo superior, médio e inferior), o fígado (lobo direito, esquerdo, quadrado e caudado) ou o córtex cerebral (lobos parietal, temporal, occipital e insula, em cada hemisfério). Em alguns casos, os lobos subdividem-se em unidades funcionais menores.

lombalgia: Genericamente, dor na região lombar, devida a lesões da coluna lombar ou também afecções que atingem as vísceras situadas naquela região (como, p.ex., o rim).

lordose: convexidade anterior, normal, da coluna vertebral na região lombar e cervical; acentuação excessiva de tal convexidade.

ludoterapia: tratamento que se vale de jogos e divertimentos, até mesmo de competições esportivas, para aliviar angústias dos pacientes, sejam doentes mentais ou não.

luxação: em ortopedia - deslocamento anormal (duradouro ou não) das superfícies articulares de dois ou mais ossos com relação ao seu ponto de articulação normal, tendo por causa um traumatismo, um defeito congênito ou um processo patológico; em medicina - deslocamento de determinados órgãos (p.ex., luxação do cristalino).

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