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obesidade mórbida:
A obesidade pode ser classificada como leve (de 20 al 40 % de sobrepeso), moderada (de 41 al 100 % de sobrepeso) ou grave (mais de 100% de sobrepeso). A obesidade é grave ou mórbida em somente 0,5 % das pessoas obesas.

oclusal: diz-se da superfície dentária que se encontra com a do maxilar oposto, ao se fecharem os maxilares.

oligodendrócito: célula do SNC que faz parte da glia, encontrada tanto na substância branca como na cinzenta, onde constituem as células satélites dos neurônios. Tem núcleo redondo e reduzido pericário, rico em microtúbulos e com poucos prolongamentos, que se incumbem de produzir as bainhas de mielina dos axônios, enquanto estes se encontrem dentro do SNC (são homólogos das células de Schwann).

omoplata: denominação substituída por escápula.

oncologia: especialidade médica que se dedica ao estudo e tratamento da neoplasia, incluindo sua etiologia e desenvolvimento.

onda curta: onda eletromagnética cuja freqüência se encontra compreendida numa região entre 30 megahertz e 300 quilohertz e cujo comprimento de onda está na região entre 10 e 100 metros. Os valores das freqüências permitidas para uso terapêutico se situam nas faixas de 13,56 MHz, 27,12 MHz e 40,18 MHz.
onda eletromagnética: em física - onda que se origina pela variação de um campo eletromagnético e que se propaga no vácuo com a velocidade da luz (as ondas eletromagnéticas são descritas classicamente pelas equações de Maxwell).

opistótono: espasmo em que a coluna vertebral e as extremidades se curvam para diante e o corpo fica apoiado sobre a cabeça e os calcanhares.

orelha: órgão da audição, que possui três partes principais (externa, média e interna), anteriormente denominada ouvido.

orelha externa: a que é composta pelo pavilhão auricular e pelo meato auditivo externo (denominação atual de ouvido externo).

orelha interna: a que inclui os canais semicirculares, o vestíbulo e a cóclea; labirinto ósseo (denominação atual de ouvido interno).

orelha média: a que inclui a cavidade timpânica e seus pequenos ossos, separada da orelha externa pela membrana do tímpano (denominação atual de ouvido médio).

organela: partícula limitada por membrana (mitocôndria, complexo de Golgi, lisossomo etc.), presente em praticamente todas as células eucarióticas.

orifício anal: o mesmo que ânus.

origem e inserção: em anatomia – com relação aos músculos esqueléticos – cada extremidade de um músculo prende-se em tecido conectivo (tendão, ligamento, aponeurose ou fáscia), em osso ou cartilagem, num órgão ou na pele. Quando um músculo se contrai e diminui de tamanho, uma de suas conexões, em geral, permanece fixa e a outra se movimenta. O ponto fixo é chamado origem e o móvel inserção.

orofacial: relativo à face e à boca (p. ex.: cirurgia orofacial); produzido pelo movimento da face e da boca ao mesmo tempo.

ortodontia: especialidade odontológica cujo objeto é prevenir e corrigir estados de anormalidade no alinhamento dos dentes.

ortognata: o mesmo que ortógnata.

ortógnata: que ou aquele que possui o ângulo da face quase totalmente reto; ortognata.

ortognatismo: qualidade do crânio que apresenta uma proeminência pequena da face, com um plano vertical tangente à parte mais anterior da fronte.

ortostático: relativo ou próprio da postura ereta; em posição vertical; de ou em pé; em conseqüência de longo tempo na posição ereta.

osmose: em bioquímica: fluxo do solvente de uma solução pouco concentrada, em direção a outra mais concentrada, que se dá através de uma membrana semipermeável; biosmose.

osso: qualquer porção de tecido ósseo, com forma e tamanho determinados, que faz parte do esqueleto animal. Os ossos curtos compreendem uma camada externa densa, de substância compacta, ou de substância cortical, recoberta pelo periósteo, e uma parte interna de estrutura esponjosa e frouxa, forrada pelo endósteo.

osso sesamóide: pequeno osso chato desenvolvido dentro de um tendão que se move sobre a superfície óssea (p.ex., patela, ossos dos dedos dos pés etc.).

osso subcondral: referência a tecido ósseo localizado sob a cartilagem articular.

osteoartrite: v. artrite degenerativa e osteoartrose.

osteoartrose: distúrbio musculoesquelético progressivo e lento que tipicamente afeta as articulações das mãos, da coluna e articulações que suportam maior carga (quadril, joelho) nas extremidades inferiores. É o distúrbio articular mais comum e a principal causa de incapacidade entre os idosos, caracterizado por dor articular, crepitação, rigidez após repouso e limitação de movimento. Os sintoma articulares estão associados a defeitos na cartilagem articular e no osso subcondral. Não há sintomas sistêmicos, e a inflamação articular, quando presente, é leve.

osteoblasto: célula osteogênica (produtora de osso) de natureza específica, mas não completamente diferenciada, que sintetiza a parte orgânica da matriz óssea.

osteócito: célula diferenciada do tecido ósseo e responsável pela síntese da matriz fibrosa e pela posterior deposição de material mineralizado.

osteoclasto: célula móvel, grande, ramificada e multinucleada que está relacionada com a destruição (reabsorção) da matriz óssea pela ação de enzimas, com conseqüente reabsorção de tecido ósseo.

osteófito: desenvolvimento patológico de tecido ósseo em torno de uma articulação, cuja cartilagem está alterada pela artrose; bico-de-papagaio.

osteogênese: v. osteogenia.

osteogenia: processo de formação e desenvolvimento dos ossos; osteogênese.

osteogênico: relativo a osteogenia.

osteopenia: diminuição da densidade mineral óssea, intermediária entre normal e osteoporose (a Organização Mundial de Saúde define a osteopenia por meio de exames de densitometria óssea que apresentam o desvio padrão entre -1 a -2,5, significando um déficit percentual de 12% a 27% na massa óssea em relação ao pico de maturação do esqueleto, alcançado entre os 25 e 30 anos de idade); em radiologia – o termo é usado quando é notada rarefação óssea ou afilamento cortical na interpretação das imagens radiológicas.

osteoporose: É uma condição que se caracteriza pela diminuição do tecido ósseo, adelgaçamento das trabéculas dos ossos e redução da opacidade radiológica de todo o esqueleto aos raios X. Manifesta-se principalmente nos indivíduos muito idosos e nas mulheres, depois da menopausa, assim como nos casos de imobilização prolongada, certos distúrbios endócrinos e traumatismos.


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